Alonson Rilson MTP - "Os números governam o mundo" (Platão)
sábado, 8 de setembro de 2012
Dificuldade da Mulher na Aprendizagem de Matemática
Nesta aula o professor nos mostrou através de uma pesquisa que as mulheres tem mais dificuldade na aprendizagem de matemática. Houveram bastantes discussões nessa aula sobre esse tema. Sobre o porque dessa dificuldade. Particularmente, eu discordo com dessa afirmação, em minha vida sempre convivi com meninas que sentiam mais facilidade em aprender a matemática que os homens. Porem, ao fazer esse argumento, o professor me disse que eu estava "privando" o meu pensamento e que a pesquisa era algo generalizado, o que me fez rever o conceito sobre a aprendizagem da mulher na matemática.
Durante a discussão em sala de aula, surgiram bastantes argumentos para justificar essa dificuldade da mulher. Uma delas foi a historia da mulher, o que não compreendi muito bem como justificativa.
Enfim, esta aula encerrou-se com essa discussão. Que eu me lembre, ninguém conseguiu achar uma justificativa para isso.
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Mapas Conceituais
Definições:
São
representações gráficas semelhantes a diagramas, que indica conceitos ligados
por palavras, que vão desde os conceitos mais abrangentes aos mais simples.
Utilização:
São
utilizados para auxiliar a ordenação e organização dos conteúdos de ensino,
para que seja oferecida estimulação adequada ao aluno.
Podem
ser utilizados como: estratégia de estudo, estratégia de apresentação de itens
curriculares, instrumento para avaliação e aprendizagem escolar e pesquisas educacionais.
Cmap Tools:
Utilizado
para a construção de mapas conceituais.
Referências Bibliográficas:
AUSUBEL, D.P.; NOVAK, J.D. e HANESIAN,
H. Psicologia Educacional. Rio de Janeiro: Interamericana, 1980.
FARIA, de Wilson. Mapas Conceituais: Aplicações ao
ensino, currículo e avaliação. São
Paulo: EPU - Temas Básicos de educação e ensino, 1995.
KAWASAKI, Evelise I. FERNANDES, Clóvis
T. Modelos para Projeto de
Cursos Hipermídia. Tese de Mestrado, Divisão de Ciência da Computação,
Instituto Tecnológico da Aeronáutica. São José dos Campos, 1996.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Técnicas de Documentação
Fichas e Ficheiros
- Por que produzir fichas?
O método de produção de fichas é utilizado para facilitar nossa vida. Em comum, as fichas são produzidas para estudo, pequisa, organização de informações, auxílio na memorização,para que se possa ter as informações arquivadas e sempre em mãos e para que possam ser citadas as normas ABNT.
- O que devemos fichar?
Devemos fichar qualquer informação que servirá para estudos futuros, aulas, artigos, livros, vídeos dentre outros.
Existem dois tipos de fichas que podem ser denominadas como ficha temática e ficha bibliográfica.
As temáticas são para que possamos organizar nosso fichamento através dos temas a serem abordados/estudados e as bibliográficas para que possamos organizar os fichamentos em torno dos autores, livros e artigos.
Não se pode faltar nas fichas: referência ABNT, número da página de citações anotadas, aspas nas citações diretas e colocações pessoais.
Para mantermos nosso fichamento organizado devemos optar sempre fichas do mesmo tamanho, estrutura padronizada, manter em ordem alfabética, usar cores e esquemas e programas de computadores.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Análise de Texto Científico
Nessa aula tivemos como objetivo principal, discutir em grupo, sobre um texto científico. Extraído da revista da Universidade Estadual de Feira de Santana (SITIENTIBUS)
Texto: Professor malabarista - eis a questão
Autora: Valdenita Suely Tôrres e Torres
Texto: Professor malabarista - eis a questão
Autora: Valdenita Suely Tôrres e Torres
Com base na análise do texto científico, pôde ser observado que (ao contrário dos textos informativos) apresenta um, resumo do que será visto. Em seguida é acrescida a introdução, desenvolvimento e conclusão em cima do texto, contendo notas e referências, que são as fontes de informações citadas no texto.
É um texto que tem credibilidade, pois o mesmo fala da importância do professor como mestre no processo "Ensino - Aprendizagem", e explica como pode ser malabarista, utilizando métodos criativos de ensino e incentivando a aprendizagem.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Comparação entre textos informativos
Nessa aula tivemos como objetivo principal, discutir em grupo, sobre alguns textos informativos. Optamos por cada um fazer um resumo do texto escolhido e em seguida chegaríamos a uma conclusão com base nos resumos de todos os textos.
Fiquei com o seguinte texto
Assunto (Tema): Distribuição de Notebook
Fonte: http://www.uefs.br/portal/departamentos/dchf
De: Departamento de Ciências Humanas e Filosofia
Resumo:
Com a finalidade de se equilibrar com a NOKIA e aumentar a sua popularidade, a SONY ERICSSON resolveu utilizar uma estratégia que talvez lhe traria maior credibilidade de atrair mais clientes para a empresa, lançando uma campanha virtual, onde seus participantes teriam apenas que compartilhar por e-mail entre seus amigos virtuais, com o assunto: "distribuição de notebook" e tinha no seu corpo, as informações do que cada um teria que fazer para participar e a depender da quantidade de pessoas que enviasse a mensagem, receberia em casa um, de dois tipos, de modelos dos lap tops envolvidos na campanha.
Com base nos resumos dos colegas cheguei a conclusão de que ambos tem credibilidade, pois seria aceitos na sociedade. Ambos tem em comum a finalidade de passar para o leitor informação sobre questões que com certeza serão (algumas já são) bastante discutidas pela sociedade. Variando entre temas relacionados a saúde, meio ambiente, descobertas, pesquisas, e implantação de obras em algumas cidades. Já o meu, não menos importante, tem o objetivo de divulgar uma promoção realizada pela empresa SONY onde o objetivo principal era atrair clientes, aumentar a popularidade, dentre outras vantagens que atrairia para a empresa.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Antropologia, Filosofia e Ciência
Nessa aula foi discutido sobre o que estuda a antropologia que pode ser definida como a ciência que estuda sobre o homem e a humanidade abrangendo todas as suas dimensões.
Foi discutido também sobre a "diversidade humana", onde por meio de pesquisas pude chegar a seguinte conclusão: que a humanidade teve várias reações que eram percebidas pelas diferenças entre si e entre os povos nos quais se mantinham contato. A discussão maior em sala foi sobre a filosofia em se tratando de ser ou não uma ciência.
E então? A filosofia é ou não uma ciência? A filosofia poderia ser considerada a mãe da ciência?
Eu diria que não na atualidade embora a distinção entre filosofia e ciência tenha partido com o desenvolvimento da ciência moderna que teve como início no século XVII.
Enquanto a ciência procura respostas objetivas em suas proposições a filosofia coloca pontos de interrogação após suas proposições. Diante disso podemos chegar a conclusão de que a ciência procura responder as perguntas deixadas pela filosofia. Podemos dizer então que a origem de toda a ciência está nas questões filosóficas. Podemos então concluir filosofia como uma disciplina que envolve discussões, investigações, formação de ideias numa situação geral.
PIAGET: Um dos mais importantes pensadores do século XX, foi apontado nesse dia de aula quando falamos sobre "epistemologia" , que pode ser definida como um ramo da filosofia que tem como finalidade o estudo da natureza e das origens do conhecimento.
Após tais conceitos chegamos a pergunta que foi deixada na ultima aula: "a matemática tem objetos reais?", temos a possibilidade de ter nas mãos o símbolo "pi" ou qualquer outro símbolo matemático? Foi chegada a uma conclusão onde se diz que a "matemática pura" não há objetos reais. Já a "matemática aplicada", que é o ramo da matemática que trata da aplicação do conhecimento, podemos dizer que sim, que há objetos reais.
Diante dessa aula pude aprender que a matemática tem um próprio método e que pra muitos é considerada uma ciência, já pra outros não.
Ainda nessa aula podemos aprender que o "INDIVIDUALISTA" não é apenas considerado aquele que quer tudo para si, que possa ser um egoísta, mas sim aquele que tem o direito de ser livre quanto as suas escolhas.
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